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Um nome promissor dessa nova leva de compositores, Danilo Moraes provocou frisson no Prêmio Visa. Um momento de impacto foi a apresentação de Mano, parceria dele com Chico César.

Adriana Del Ré, Estado de S. Paulo, sobre a eliminatória do Prêmio Visa

Sozinho ao violão com Desafio, Danilo fisgou a platéia sem grande esforço. Espirituoso, manteve a competência, com o volume encorpado dos arranjos com a banda.

Lauro Lisboa Garcia, Estado de S. Paulo

 

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Danilo Moraes, cantor, compositor e guitarrista, nascido em São Paulo, foi o 2º Colocado no Prêmio Visa – Edição Compositores, em 2006. Já atuou como violonista, guitarrista e backing-vocal com diversos artistas como Chico César, Ná Ozzetti, Miriam Maria, Premê, Wandi Doratiotto, seu pai, com quem produziu o disco “Pronto”, Mário Manga, Ceumar, Inácio Zatz, Celso Sim, entre outros.

Lançou seu primeiro disco solo em 2003 e foi selecionado para o projeto Rumos do Itaú Cultural e para o Prêmio TIM. Com a banda Banguela, Danilo apresentou-se durante vários anos nas casas de forró de São Paulo e lançou em 2004 o disco “Na Pista”.

No início da carreira, desenvolveu trabalho em parceria com Chico Salem (guitarrista da banda de Arnaldo Antunes), fazendo diversos shows em casas noturnas paulistanas. Os dois venceram o Festival Inter Escolas de Música, da casa de shows Tom Brasil, em 1996, interpretando a canção Lamento Cego, do repertório de Jackson do Pandeiro.

Compôs junto com Ricardo Teté e Rodrigo Castilho, o xote Beijo Roubado, que em 2000 foi gravado pelo grupo Rastapé tornando-se um grande sucesso em todo o país. É também compositor da música Micróbio, da trilha do seriado infanto-juvenil Ilha Rá-Tim-Bum, da TV Cultura (2002). Compôs junto com a cantora e compositora Céu a canção Mais um Lamento, gravada em seu CD de estréia Céu em 2005.

Em 2004, Danilo mudou-se para França onde apresentou-se em casas de shows em Paris e em outras cidades da Europa. No ano seguinte, ainda na França, gravou o CD 51 em parceria com Ricardo Teté. O CD, lançado pelo selo Madioko em 2005 no mercado francês, incluía a canção Contabilidade, que se tornou a grande vencedora do Festival da TV Cultura no mesmo ano. Como resultado do prêmio, a dupla gravou o CD A Torcida Grita, lançado no início de 2007.

Iniciou o projeto com os Criados Mudos (Guilherme Kastrup e Zé Nigro) em 2009, que resultou no CD Danilo Moraes e os Criados Mudos, com lançamento em 2011. Paralelamente, desenvolve projetos que se integram com outras artes como  Tudo a Declarar e Vida Rouca, com Wandi Doratiotto (peças musicais humorísticas. A primeira com músicas autorais e histórias do cotidiano brasileiro e a segunda em homenagem ao centenário de nascimento de Adoniran Barbosa), Orquestra Visual Chawarma (cinema e música) e trilhas sonoras para filmes e documentários.

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